idiomas para o CACD

Como estudar idiomas estrangeiros para o CACD

idiomas cacd horizontal

 

Livros de questões de Língua Inglesa para a Primeira Fase do CACD:

  1. Como Passar: Diplomacia e Chancelaria (fazer somente questões de inglês);
  2. Inglês e Espanhol para Concursos (fazer somente questões do CESPE);
  3. Inglês (fazer somente questões do CESPE) – só há um exemplar na Amazon. Corra senão alguém compra antes de você;
  4. Inglês – Coleção Diplomata;
  5. Inglês para Concursos de Diplomata e Ofchan – há 6 exemplares disponíveis.

 

Hoje vou analisar a questão dos idiomas de maneira um pouco mais detalhada, sem, contudo, abordar cada língua estrangeira individualmente. Devido à complexidade de cada disciplina: inglês, espanhol e francês, mais tarde dedicarei um post a cada uma.

No artigo de hoje discutirei, na maior parte, a Primeira Fase do CACD. Como você já deve saber, inglês é o único idioma estrangeiro cobrado durante essa etapa. Por esse motivo, compartilharei mais informações sobre esse tópico que os demais.

Apostilas para o CACD

Etapa obrigatória do estudo de idiomas

Independente do seu atual nível nos idiomas obrigatórios para a prova, você tem a obrigação de acompanhar o noticiário nessas línguas (inglês, francês e espanhol) para expandir seu vocabulário, acostumar-se com estruturas oracionais mais complexas e aprender a referir-se à miríade de organismos internacionais por meio de seus nomes oficiais em cada idioma.

Exemplo:

  • Português: Agência Internacional de Energia Atômica;
  • Inglês: International Atomic Energy Agency (IAEA);
  • Francês: Agence internationale de l’énergie atomique;
  • Espanhol: Organismo Internacional de Energía Atómica.

Conseguiu identificar as sutis diferenças no título da agência? Pois é. A banca consegue!

Para facilitar sua vida, o Atualidades Concursos disponibiliza notícias diariamente no site. É simples, basta registrar-se na plataforma e acessar o conteúdo.

Isso não significa que você deva passar o dia inteiro lendo textos em idioma estrangeiro. A leitura de um texto em inglês, um francês e outro em espanhol – uma vez a cada dois dias – é mais que suficiente para que você atinja o nível de familiaridade exigido pelo CACD.

 

O seu ponto de partida importa

blocos de língua inglesa

Virtualmente todos os candidatos que fazem o Concurso de Admissão à Carreira Diplomática (CACD) estudaram, pelo menos, o idioma inglês por muitos anos antes mesmo de cogitar a carreira diplomática.

Essas pessoas sabem, naturalmente, que dominar um novo idioma é um objetivo de longo prazo. E quando digo “longo prazo”, me refiro a anos de estudo e, principalmente, prática. Não há muitos atalhos. A realidade é dura.

 

Aqui está um dos maiores problemas que candidatos ao Itamaraty enfrentam:

Como dominar três idiomas estrangeiros sem estudá-los continuamente por uma década inteira?

Essa abordagem está completamente errada. Seu objetivo não pode ser “dominar os idiomas”.

Pense nisso:

  1. Você domina realmente a língua portuguesa?
  2. O que significa dominar a língua portuguesa?
  3. Você é capaz de escrever dez páginas seguidas, com pressa, sem cometer pequenos erros gramaticais?

Isso não importa! À banca do CACD não interessa saber se você passou mais horas estudando gramática que os demais candidatos que estarão sentados ao seu lado durante a prova.

Você não precisa dominar nenhum idioma, esse é um objetivo infantil e inalcançável.

O seu verdadeiro objetivo deve ser dominar o modelo de questões que a banca colocará na sua frente no dia da prova.

 

A diferença entre dominar um idioma e dominar as questões do CESPE

 

Você pode estar se perguntando:

Ora, mas isso não é quase a mesma coisa?

Não! Dominar um idioma e dominar o modelo da prova são duas habilidades que, apesar de suas interseções, são bastante diferentes.

 

Já ouço você fazendo mais uma pergunta:

Isso me parece muito subjetivo. É possível um exemplo concreto?

Claro que sim.

Um dos meus colegas, aprovado no CACD há alguns anos, conseguiu excelente nota na prova escrita de inglês, mas se você o ouvisse falar duas frases naquele idioma, teria a nítida impressão de que ele jamais poderia ser considerado um conhecedor da língua.

Meu colega era absolutamente incapaz de pronunciar as palavras corretamente e, ao falar, cometia erros grosseiros por não estar acostumado a expressar-se oralmente em idiomas estrangeiros.

 

Isso o impediu de passar?

Não! Mesmo sem falar inglês ele conseguiu a tão almejada vaga.

 

A principal lição em relação aos idiomas estrangeiros no CACD

A lição que você precisa tirar disso tudo é que a banca não avalia sua habilidade em falar inglês, francês ou espanhol, ela avalia, simplesmente, sua habilidade escrita.

Esse colega, hoje diplomata, certamente encontra dificuldades quando precisa utilizar o inglês falado para exercer suas funções, mas esse é um problema secundário. Ele já passou na prova e tem a vida inteira para desenvolver a vertente oral do idioma.

Você não precisa ser um candidato que “fala bem”, você quer ser um candidato que integre a lista dos aprovados. No fim das contas, essa é a única métrica que realmente importa àqueles que desejam iniciar uma carreira no Itamaraty.

 

A boa notícia

A boa notícia é que você não precisa conhecer mais de determinado idioma que os demais candidatos para alcançar resultados melhores que eles. Basta que você tenha mais prática em questões no estilo do CACD.

Aqui posso utilizar um exemplo pessoal:

Eu sei bastante inglês. Tenho comando do idioma como poucas pessoas. Caso eu tivesse de escolher um assunto que verdadeiramente domino, certamente seria a língua inglesa. Estudo desde criança, não tenho sotaque e fui até mesmo professor por curto período.

Como foram minhas notas no CACD?

Excelentes. Sempre achei a prova de Primeira Fase facílima e nunca fiz mais que acompanhar o noticiário em inglês algumas vezes por semana.

E daí? Qual é a relevância disso para alguém que está começando a estudar agora?

A questão é que uma vida inteira de domínio do idioma não é capaz de superar o estudo focado para a prova do CACD.

Observei, mais de uma vez, candidatos que tinham enormes dificuldades com o inglês alcançarem resultados tão bons quanto os meus. É verdade que esse processo não acontecia da noite para o dia, mas em dois ou três anos de estudo é perfeitamente possível equiparar-se a candidatos extremamente bem preparados em qualquer disciplina do concurso.

 

Mais uma vez ofereço um exemplo concreto:

Você tem nacionalidade brasileira, correto? Fala português desde criança, certo?

Então por que erra itens de língua portuguesa? Por que precisa assistir a aulas de gramática?

Dominar o idioma não é garantia nenhuma de alto rendimento no CACD. É óbvio que, quanto mais experiência você tiver, maiores serão suas chances de obter bons resultados. Mas nada disso acontece se você não estudar por meio de provas anteriores. É preciso estar confortável com o modelo de prova do CESPE (Cebraspe). Conhecer profundamente o estilo de questões da banca é a habilidade mais valiosa que você pode desenvolver.

 

Interpretação de texto em língua estrangeira

Quantas vezes você errou questões de interpretação de texto em português? Especialmente no CACD, prova na qual a banca utiliza textos repletos de palavras rebuscadas e de expressões idiomáticas há muito esquecidas.

Deixar de estudar língua portuguesa especificamente para o CACD é o mesmo que deixar pontos valiosos para trás. Ninguém lê Machado de Assis com naturalidade logo na primeira vez. Ninguém está acostumado a interpretar textos gigantescos enquanto o relógio corre impiedosamente.

É preciso praticar, e muito, para conseguir alcançar bons resultados na prova de Língua Portuguesa.

 

A situação não é muito diferente quando o assunto é Língua Inglesa

material de Política Internacional para o CACD

Embora a prova objetiva de inglês seja relativamente fácil para aqueles que dominam o idioma, ela contém armadilhas assim como todas as demais disciplinas do certame.

O CESPE tem uma maneira muito particular de operar. As provas são virtualmente iguais ano após ano, a lógica dos itens é idêntica. Os diferentes textos apenas ajudam a disfarçar a natureza dos itens.

 

O que eu quero dizer é o seguinte:

Os itens da prova são basicamente os mesmos todos os anos, há, apenas, diminutas variações na maneira como são apresentados. E é justamente nessas pequenas diferenças que os candidatos erram.

 

Como diminuir os erros e, consequentemente, aumentar a pontuação

Em primeiro lugar:

Você deve resolver todas as questões dos anos anteriores.

É possível encontrar todas as provas clicando aqui.

Caso você já tenha bastante conhecimento do idioma inglês, não desperdice seu dinheiro em aulas para a Primeira Fase do concurso. Apenas resolva as questões. Isso é mais que suficiente para que você consiga praticamente todos os pontos da prova.

Não digo que você acertará todos os itens porque deslizes acontecem e, mesmo que você assista a todas as aulas de todos os professores, ainda assim estará sujeito a pequenos erros.

 

Quero deixar isso bem claro:

Caso você já saiba inglês, apenas resolva questões. Você não precisa de aulas suplementares.

 

Já resolveu todos os itens de inglês dos CACDs anteriores?

bandeira dos estados unidos

Então compre um livro de exercícios de inglês com questões do CESPE para continuar a treinar seu cérebro a pensar como a banca.

Não há nenhum problema em estudar por meio de itens de outros concursos, contanto que os itens tenham sido elaborados pela mesma banca do CACD.

Jamais estude por meio de itens desenvolvidos por outras bancas, pois a lógica é diferente, a estrutura é diferente e isso irá, certamente, atrapalhar o seu alinhamento intelectual às questões do CESPE.

 

Você pode encontrar questões para praticar nestes livros:

 

  1. Como Passar: Diplomacia e Chancelaria ;
  2. Inglês e Espanhol para Concursos ;
  3. Inglês ;
  4. Inglês – Coleção Diplomata;
  5. Inglês para Concursos de Diplomata e Ofchan .

 

Já resolveu todos os itens de inglês do CACD além de todos os outros dos demais concursos do CESPE?

Então continue acompanhando o noticiário em inglês (é possível fazer isso na Plataforma de Estudos do Atualidades Concursos).

Nesse momento é recomendável que você comece a se preparar para o próximo passo, a prova de inglês da Terceira Fase. Ela é muito mais robusta e múltiplas vezes mais difícil que a prova objetiva. Mas isso é assunto para outro post.

Eu quero que você entenda claramente que, uma vez que você tenha resolvido todos os CACDs anteriores, além das questões de inglês elaboradas pelo CESPE para outros concursos, não há mais nada que você possa fazer para elevar sua nota na prova de inglês na Primeira Fase. Não se torture.

 

Aí você me diz:

Meu professor cria simulados muito parecidos com a prova. Acho que vou resolver questões criadas por ele!

Não! Essa é uma péssima ideia!

Eu sei, eu sei…os professores são bem-intencionados. A maioria deles realmente deseja a aprovação de seus alunos, mas a realidade não é tão simples assim.

Por mais que um professor se esforce para criar itens parecidos com aqueles da banca, ele jamais será capaz de emular perfeitamente as intenções e estilo do elaborador da prova.

Essas pequenas nuances na maneira de pensar do seu professor e da banca do CACD podem custar muito caro durante a prova.

Não arrisque sua aprovação. Estude apenas com questões desenvolvidas pelo CESPE.

 

Você então insiste:

Tive uma ideia! Vou passar uma temporada no exterior para aperfeiçoar meu inglês

Estados Unidos e a Estátua da Liberdade

Já reparou que há pessoas que vivem no exterior há anos e ainda cometem erros crassos no idioma do país no qual vivem?

Vejo isso correntemente. Conheço algumas pessoas que vivem nos Estados Unidos há mais de uma década e até hoje não dominam o idioma. Basta uma simples visita ao Facebook para comprovar que estar inserido em um ambiente no qual o idioma é falado não é o suficiente para que a pessoa desenvolva habilidades na escrita necessárias para uma prova como o CACD.

Viver no exterior é ótimo para melhor sua desenvoltura no idioma falado, mas ler e escrever bem são ações desenvolvidas na biblioteca.

Portanto, se você planeja passar um tempo fora para melhorar suas chances de aprovação no CACD, saiba que isso é um enorme desperdício de tempo. Não vá para os Estados Unidos, Espanha ou França, vá à biblioteca com seus melhores amigos (os cadernos de questões dos anos anteriores) e pratique à exaustão. Assim você irá economizar dinheiro e aprenderá, em 6 semanas, mais do que aprenderia em 6 meses no exterior.

Apostilas para o CACD

Recapitulando: passos para uma aprovação tranquila na Primeira Fase do CACD:

  1. Acompanhe as notícias em idiomas estrangeiros na Plataforma do Atualidades Concursos;
  2. Resolva todos os CACDs anteriores;
  3. Resolva as demais questões de Língua Inglesa elaboradas pelo CESPE;
  4. Quando o material de estudos for exaurido, comece a estudar para a Terceira Fase do CACD;
  5. Faça tudo de novo. A prática reiterada é essencial.

 

Para aqueles candidatos que não tiveram a oportunidade de estudar inglês durante a vida toda

Tenho recebido alguns e-mails com perguntas acerca da qualidade de uma série de cursos.

Não conheço profundamente todos os professores de inglês do mercado nem todos os cursos, mas sei qual é o melhor lugar para estudar.

Essa opinião é praticamente unânime entre os aprovados: se você precisa passar nas provas de inglês do CACD, tanto na Primeira quanto na Terceira Fase, estude no curso da professora Sara Walker.

 

Conclusão

A prova de idioma estrangeiro (inglês) da Primeira Fase do concurso não é difícil para quem já conhece bem a língua. Também não precisa ser difícil para quem ainda desliza nos itens do CESPE.

O simples estudo baseado nas questões de anos anteriores pode fazer a diferença entre a aprovação e mais um longo ano de estudos.

Resolva questões, evite a procrastinação e registre-se no Atualidades Concursos.

Bons estudos!

7 respostas
    • Bruno
      Bruno says:

      Danielle,

      os de História do Brasil são bons:

      1) História do Brasil I
      2) História do Brasil II

      Eles foram escritos pelo professor Rodrigo Goyena. Ele é extremamente competente. Os livros não são indispensáveis, não fazem parte das leituras obrigatórias. Só recomendaria essas obras se você já tivesse terminado aquelas que indiquei aqui: Bibliografia de História do Brasil.

      O volume de História Mundial está repleto de erros, não leia em hipótese alguma.

      De maneira geral, não recomendo essa coleção.

      A única utilidade real desses livros de inglês que recomendei são os exercícios.

      Bons estudos!

      Bruno

      Responder
  1. Danielle
    Danielle says:

    Obrigada pelo feedback Bruno!
    Estou apenas engatinhando nessa longa jornada, sua opinião foi importantíssima. Acho que os maiores desafios de um Cacdista são separar um material realmente bom e útil e se organizar. O resto vem com muito estudo e treino.

    Responder
  2. Kaio
    Kaio says:

    Oi Bruno, bom dia.
    Decidi me dedicar ao CACD porém encontrei um empecilho muito grande que são os idiomas, em especial o Espanhol e o Francês.
    Meu nível nos dois idiomas é zero, não sei nenhuma palavra.
    Pensei em dois cenários possíveis.

    Cenário 1: Curso na Aliança Francesa e no Instituto Cervantes. Cheguei a entrar em contato e vi que esses cursos oferecem intensivos para o estudo do idioma e, daqui a aproximadamente 2 anos estaria num nível razoável e poderia partir para contratar professores particulares e aprofundar em relação ao conteúdo do CACD. (farei faculdade a distância e vou levar 2 anos para concluir).

    Cenário 2: Contratar professores particulares desde já, focando somente na prova do CACD, acredito que essa seja a maneira mais pragmática.

    Inicialmente estava animado com o primeiro cenário porém penso que o gasto de recursos financeiros vai ser muito alto. Quanto ao segundo me deixa completamente confuso se vou conseguir de fato aprender o idioma partindo do zero.

    Gostaria da sua opinião Bruno.
    Muito Obrigado.

    Responder
    • Bruno
      Bruno says:

      Kaio,

      primeira observação: você está certíssimo em se preocupar com os idiomas desde agora. Vejo muitos candidatos passarem por todas as etapas da prova e entrarem em desespero no final por não ter estudado francês e espanhol.

      Há uma tendência muito grande de os candidatos ao Itamaraty estudarem diretamente com professores particulares. A grande vantagem dessa estratégia é a economia de tempo. Quando nos preparamos especificamente para o CACD, o professor contratado pode elaborar aulas estritamente com esse propósito em mente. Um exemplo disso é a parte oral dos idiomas. Muitas pessoas são aprovadas sem falar francês ou espanhol, mas elas sabem escrever. Isso é o que importa.

      Por outro lado, cursos intensivos em escolas como Aliança Francesa e Instituto Cervantes oferecem algo que nenhum professor particular pode oferecer: a obrigação diária de estudar.

      Eu posso falar sobre isso com propriedade porque escolhi os dois caminhos. Estudei francês pela Aliança Francesa e espanhol com um professor particular. Afirmo categoricamente que aprendi francês muito mais rápido.

      Minhas aulas na Aliança começavam às 07:00 da manhã e aconteciam 5 vezes por semana. Garanto uma coisa: se você estudar qualquer idioma 5 vezes por semana, será impossível não progredir.

      Minha recomendação para você é a seguinte:

      Agora no início, procure fazer esses cursos intensivos, tanto de francês quanto de espanhol. Você não precisa continuar assistindo a essas aulas por 2 anos. Basta comparecer ao curso, consistentemente, por um ano. Depois disso, você terá uma base considerável em cada uma das línguas. A partir desse momento, você poderá fazer a transição para aulas particulares.

      Ao seguir essa estratégia você terá o melhor dos dois mundos.

      Bons estudos!

      Responder
      • Débora
        Débora says:

        Olá, Bruno! Ainda sobre a dúvida do colega, você aconselharia procurar cursos intensivos de francês/espanhol instrumental ou fazer o curso no modelo destas escolas de idiomas?
        Eu me planejei para passar alguns meses fora fazendo curso de línguas para aprender o francês já que, como o colega Kaio, eu também estou partindo do zero no estudo desta língua. Mas, depois de ler o seu artigo, estou pensando seriamente em desistir. Acreditava que o curso de línguas fora me ajudaria devido à imersão, entretanto, como você bem pontuou, acredito que a aquisição da língua falada para a prova acabe sendo perda de tempo e que talvez eu devesse focar nas cursos instrumentais de leitura e escrita. O que você acha?
        Gostaria de finalizar este comentário agradecendo sinceramente à sua iniciativa em construir este blog. Parabéns pelo trabalho! Com certeza, você já é um excelente professor.

        Responder
        • Bruno
          Bruno says:

          Débora,

          você pode alcançar ótimos resultados com cursos instrumentais ou com cursos intensivos normais oferecidos na Aliança Francesa e no Instituto Cervantes, por exemplo.

          Acho extremamente válidos os cursos intensivos dessas duas escolas. Principalmente os seis meses iniciais. Ao estudar francês e espanhol 5 vezes por semana durante um semestre, você certamente conseguirá desenvolver as bases necessárias para um posterior aprofundamento.

          Não é preciso fazer cursos intensivos por 2…3 anos, mas, nos 6 meses iniciais, essas aulas são essenciais.

          6 meses de curso intensivo seguidos de um curso instrumental funcionariam como uma ótima estratégia para uma boa preparação.

          Bons estudos!

          Responder

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *